Teorias e Filosofias
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Você minha amiga ...
Você que não é nem menina, nem senhora, você é a minha amiga que eu preciso agora.
É para você que eu faço perguntas que eu já conheço a resposta, as duas respostas, a minha e a sua.
Eu penso em você, com saudade e carinho, talvez todos os dias.
Porque você é mesmo um bem querer que se agarra na pele.
Se é triste o dia, eu penso ainda mais intensamente em você. Porque você também é feliz-triste.
E é assim mesmo o amor. Não tem razão. Nenhum motivo para existir. Mas existe, persiste, teima, mesmo quando completamente ausente.
Companheira. Ahhh, tantos já te nominaram com essa mesma palavra.
Cá estou, esperando essa mesma reciprocidade.
De novidade só tenho uma conclusão: "O casamento acaba, quando a mulher compra a máquina de lavar louças (sonhada) e o marido passa a lavar toda a louça, religiosamente."
Beijocas!
Escrito por dmot às 15h47
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PROVIDÊNCIAS PROVIDENCIAIS
Há muito decretei que na sala de jantar não pode ter televisão ligada. Que horário das refeições é o tempo de conversar à mesa, de interagir como família, porque nada pode ser mais importante que isso.
Começou o frio, lareira sem TV é algo que não combina.
Marido habilitou para arrastar os sofás, emendou cabos e a TV foi retirada do meu quarto.
Claro, o meuuuuu quarto é que ficou sem TV, quem mais é que poderia ficar sem TV, naquela casa.
E foi BOM. Pela primeira vez, em meses, dormi cedo (e consequentemente acordei cedo), voltei à leitura dos meus livrinhos (Estou lendo - Rumo à Estação Finlândia), dei uma olhada nos escritos de Nietzsche e outro lá, de ensinamento antroposóficos.
Isso é um encerrar de noite digno.
Faz parte da minha FILOSOFIA DE VIDA não temer o novo, porque as mudanças sempre melhoram a vida da gente, em aspectos que não seriam imaginados sem a mudança, porque são frutos da mudança. É inerente: Ocorreu a mudança, vamos readaptar o estilo, como diz o provérbio popular "É no andar da carruagem que se ajeitam as abóboras!"
Quarto mais limpo, menos "requisitado", mais organizado.
Demonstrando que não é verdade que eu reclamo de tudo.
Escrito por dmot às 11h35
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Frase do Dia
Não sou mais uma menina que sofreu, sou uma menina feliz!
Da menina torturada pela mãe adotiva.
Achei uma super lição ... tão sábio isso, tão orientado. Porque viver é isso mesmo, não somos mais aquela, somos esta, que de novo, não será mais aquela.
Escrito por dmot às 00h07
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O desperdício do tempo ...
Eu tento evitar o desperdício de tempo.
Essa é uma das minhas teorias.
Desde quando a pessoa vai servir o prato ... na fila da fome das festas, ou no restairente por kilo ... aquela lerdesa ... olha a comida, tenta imaginar o que é o prato, pergunta o que é o prato, depois serve ... e o mundo atrás, querendo passagem ... de quilometros eu já sei o que é que tem lá ... e vapt-vupt ... estou servida ... Por isso que nesse lugares eu me sirvo por primeiro ... em festa de casamento então ... só perdoo os noivos e familiares ... depois estou lá ... de primeirona ... mas tb tem outro motivo ... as pessoas, destroçam os pratos .. .eu não gosto de me servir quando todo mundo já catou o camarão, o palmito da salada ... poe isso, como sou fina e delicada e apressada e rápida no gatilho, me sirvo por primeiro.
Então a fila é só um exemplo ... eu sou rápida em tudo ... pra dirigir de casa até o escritório vou apavorando ... o que nao significa alta velocidade ... porque ser ágil é um puquinho deiferente de ser veloz ... mas estou com sono demais para aprofundar o tema ...
Vou tomar banho, é rapidinho. Preparar uma refeição, lavar uma louça, nada de embromação ... se tem que ser feito, que seja bem feito e bem rápido!
E essa valorização do tempo ... soma-se, como tudo que não é desperdiçado.
E vc se pergunta: E daí ...
E daí que o tempo urge, o tempo custa dinheiro e eu não desperdiço o meu!
E daí que eu sou assim!
Escrito por dmot às 01h57
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Denise, a escrevente:
Eo verbo se fez carne ... e minha carne se faz em palavras .... Me tirem tudo, mas não me tirem meus caderninhos de anotar vida ... Eu escrevo, eu escrevo tudo ... de como floresce meu jardim, (meu jardim tem um diário - deve ser o único jardim com diário) afinal como é que vou medir o que eu sei dele se não fizer registros ... e anoto minhas receitas, e anoto meu humor e anoto meus sonhos, meus pensamentos e anoto as histórias dos outros (nas petições ... rssss) enfim ... anotadora da vida!
Escrito por dmot às 23h20
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A Vitória
Todos nós vencemos e somos derrotados ... é assim, para falar da vitória nesse contexto de algo corriqueiro que todos nós experimentamos, que eu tenho pensado nela.
Primeiro qual é o sabor da vitória ... doce, amargo, forte ... para mim a vitória não tem sabor. É insonsa. A vitória não tem nenhum sabor. Não posso saborear a vitória. Mas porque para mim ela é assim, insípida. Talvez porque eu não me convença mais com a efemeridade. Porque a vitória é o fim de uma disputa, de uma luta, e talvez eu não goste das coisas quando elas se encerram.
Daí me pergunto qual a contrapartidada para a vitória. Sim, porque tudo tem contrapartida. Até eu que sou muito ruinzinha em física sei que existe a lei da inércia e que foi Newton que descobriu e criou a lei que diz algo como um corpo só é posto em movimento pela atuação de uma força. Então essa força é quase um estado de necessidade, nesse estado de necessidade entra descrições como determinação, garra, luta, força, impulso ... então todos nós agimos, atuamos e nos medimos em disputas.
Daí que a vitória exige a esperança. Esse é o preço dela. Porque depois da vitória já não esperamos mais nada. Daí que quando vencemos, não temos mais crença, mais inocência, mais esperança, porque ela nos foi tirada, afinal, agora temos a vitória.
Daí eu pensando assim tão mal da vitória, me perguntei então porque me esforço por ela. Eu tenho a resposta. A vitória me fortalece. Por isso ela é boa. Nos faz forte, é a coroa do final da batalha, ela nos fortalece, nos faz vaidosos. De novo nos faz mal.
Eu também pensei nas palavras do nono Piassa que dizia: o que vale é a luta. Eu diria que vale a luta que vencemos. A uta que nos torna vitoriosos. Por acaso ele (o nono) se chamava Vitório! mas isso é outro assunto.
Então, as vitórias são uma espécie de obrigação para mim, de sobrivevência. Por isso não me culpo por saber vencer, mas também por isso não me regojizo. Cada vitória é um bastão, que guardo, que coleciono, só para me convencer que virão outras, para saber que virão outras.
Assim eu culpo as lutas, as lutas que me fazem cada vez mais forte, mais vazia de esperanças, mais preparada. Quanto mais eu cresço, mais rareiam os colos, e eu vou me perguntar: Do que é que eu preciso. Vou pensar nisso agora. E depois escrevo.
Escrevi isso porque eu venci algo bem pessoal, eu chorei dolorosamente um dia porque como advogada que sou, não consegui vencer algo que era definitivo e importantede verdade para mim. Mas eu continuei, eu consegui e eu não senti nada. Sinto com gravidade essa auência de emoção, desse mundo que nada importa. E consigo, consigo sempre, porque conseguir me é algo muito familiar. (que tb é outra história).
Eu me orgulho de ter superado as lágrimas. Choramos quando nos espremem, espremidos não podemos agir. Precisamos ação para vencer! Minhas lágrimas me envergonharam, mas eu ainda prefiro meu orgulho, minhas lágrimas do que a hipocresia, porque sou movida pela verdade. Sempre primeiro o que eu acho, para depois o que é preciso achar.
A vitória é uma violência, que se torna companheira.
Escrito por dmot às 22h44
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MADRUGADA ...
Eu acho que o mundo tem que se dividir em 3 grupos:
Os que dormem muito cedo --- vamos colocar o Sr. Tasca no grupo ... pq deu 20:00 ele desmaia!
As pessoas que dormem muito tarde --- Euzinha nesse grupo ... até posso deitar às 23:00 ... só que sódurmo lá pelas 2:00 hs!
As pessoas que dormem qualquer horario ... cedo tarde ... vou incluir a Tia S. ... no grupo ... quenão tem nenhuma dificuldade para desmaiar!
E o que está errado é esse mundo cheio de horários! Rssss!
Enquanto tem jornal na TV ou Amaury Jr. eu vou ...
O Amaury anda muito putão ultimamente ... indo em festa brega ... daí eunão gosto! Acho que ele tá meio de saco cheio ... afinal, desde a pré-história ele faz a mesma coisa!
E sobre fazer a mesma coisa ... eu tenho observado que é isso mesmo ... RITMO ... manter o RITMO,fazendo sempre a mesma coisa ... esse ajuste de RITMO e repetição é que é o segredo ... afinal RC canta detalhes, William Bonner e Fatima B. ficam lendo notícias ... desembargadores e juízes distribuindo "decisões" ... e o papo ficou chato e eu sono ... tá chegando a minha hora!
Escrito por dmot às 23h53
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PORQUE DEVE SER DITO
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“Na primeira noite eles se aproximam e colhem uma flor De nosso jardim. E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem: pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, já não podemos fazer nada.”
Eduardo Alves da Costa, in, ‘No Caminho, com Maiakovsky’
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Escrito por dmot às 16h09
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OUTRAS CONCLUSÕES E INDAGAÇÕES
Eu coloco algumas hipóteses sob avaliaçãoepenso durante muitos dias e até anos naquele assunto ...
Assim ... desde o segundo grau estou palmeando no escuro ... justificativas para capitalismo e comunismo e tentando entender pq esse, pq aquele ou qual o modelo ideal ... se formou o muro, quando eu me deparei com a seguinte situação ...
"Me parece que o dinheiro é uma invenção da Idade Média ... surgiu com os burgos (eu estudava na 7! série qdo aprendi isso) ... MARX e outros são ainda mais mocinhos ... de modo que antes de capitalismo, socialismo e até mesmo dinheiro .... existia posse, poderes, palacios, governantes,governados, casebre, misérias ... acho que desde que o homem formou a primeira célula social já foi esse modelo ... um mandava outro obedecia de modo que nascemos programados já, para ocupar a "casta" ou preencher aquele "tipo" ...'
Penso nessas coisas ... poruqe as coisas não servem para mim domodo que são apresenteadas ... eu prefiro sempre o meu modo de compreender ... e sempre quero saber da insignificância e das grandezas do homem!
Pesquisa google sobre meus pensamentos de agora:
http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal
A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução.No início não havia moeda. praticava-se o escambo, simples troca de mercadoria por mercadoria, sem equivalência de valor. Assim, quem pescasse mais peixe do que o necessário para si e seu grupo trocava este excesso com o de outra pessoa que, por exemplo, tivesse plantado e colhido mais milho do que fosse precisar. Esta elementar forma de comércio foi dominante no início da civilização.
Surgem, então, no século VII a.C., as primeiras moedas com características das atuais: são pequenas peças de metal com peso e valor definidos e com a impressão do cunho oficial, isto é, a marca de quem as emitiu e garante o seu valor. São cunhadas na Grécia moedas de prata e, na Lídia, são utilizados pequenos lingotes ovais de uma liga de ouro e prata chamada electro. As moedas refletem a mentalidade de um povo e de sua época. Nelas podem ser observados aspectos políticos, econômicos, tecnológicos e culturais. É pelas impressões encontradas nas moedas que conhecemos, hoje, a efígie de personalidades que viveram há muitos séculos.
Assim eu estava enganada ... mas eu até já imaginava pq me lembro das moedinhas com a estampa de Alexandre da Macedônia, mas eu também estava certa ...
Na Idade Média, surgiu o costume de se guardarem os valores com um ourives, pessoa que negociava objetos de ouro e prata. Este, como garantia, entregava um recibo. Com o tempo, esses recibos passaram a ser utilizados para efetuar pagamentos, circulando de mão em mão e dando origem à moeda de papel. No Brasil, os primeiros bilhetes de banco, precursores das cédulas atuais, foram lançados pelo Banco do Brasil, em 1810. Tinham seu valor preenchido à mão, tal como, hoje, fazemos com os cheques. Com o tempo, da mesma forma ocorrida com as moedas, os governos passaram a conduzir a emissão de cédulas, controlando as falsificações e garantindo o poder de pagamento. Atualmente quase todos os países possuem seus bancos centrais, encarregados das emissões de cédulas e moedas.
Daí aqui se pode ler um artigo muito interessante sobre o dinheiro e religião ... e como também somos educados pelas igrejas a qual pertencemos, indispensável ler ... http://pt.wikipedia.org/wiki/Sociologia_da_religi%C3%A3o#Jacques_Attali
Escrito por dmot às 00h25
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E agora:
"Evite gestos inúteis e pensamentos desnecessários." Marco Aurélio in: Meditações O mais difíl é a definição do que seria gesto inútil e pensamento desnecessário!
Escrito por dmot às 15h53
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Diálogo sobre o Conhece-te a Ti Mesmo
Sócrates — agora, qual será a arte pela qual poderíamos nos preocupar conosco?
Alcibíades — Isto eu ignoro.
Sócrates — Em todo o caso, estamos de acordo num ponto: não é pela arte que nos permita melhorar algo do que nos pertence, mas pela que faculte uma melhoria de nós mesmos.
Alcibíades — Tens razão.
Sócrates — Por outro lado, acaso poderíamos reconhecer a arte que aperfeiçoa os calçados, se não soubéssemos em que consiste um calçado?
Alcibíades — Impossível.
Sócrates — Ou que arte melhora os anéis, se não soubéssemos o que é um anel?
Alcibíades — Não, isto não é possível.
Sócrates — Entretanto, será fácil conhecer-se a si mesmo? E teria sido um homem ordinário aquele que colocou este preceito no templo de Pytho? Ou trata-se, pelo contrário, de uma tarefa ingrata que não está ao alcance de todos?
Alcibíades — Quanto a mim, Sócrates, julguei muitas vezes que estivesse ao alcance de todos, mas algumas vezes também que ela é muito difícil.
Sócrates — Que seja fácil ou não, Alcibíades, estamos sempre em presença do fato seguinte: somente conhecendo-nos é que podemos conhecer a maneira de nos preocupar conosco; sem isto, não o podemos.
Alcibíades — É muito justo.
Platão, Alcibíades, 128d-129
Escrito por dmot às 16h28
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